FORÇA PARA VIVER - PARTE 2

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Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em segurança. ( Salmo 4: 8) 

Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo. (Isaías 41:13)

E aconteceu que, num daqueles dias, entrou num barco com seus discípulos, e disse-lhes: Passemos para o outro lado do lago. E partiram. E, navegando eles, adormeceu; e sobreveio uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se de água, estando em perigo. 
E, chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, perecemos. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança. E disse-lhes: Onde está a vossa fé? E eles, temendo, maravilharam-se, dizendo uns aos outros: Quem é este, que até aos ventos e à água manda, e lhe obedecem? (Lucas 8:22-25)

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. ( João 14:27)

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? (Romanos 8:31)

FORÇA PARA VIVER

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"Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também. E para onde eu vou, vós conheceis o caminho." - Jo 14.1-4

"O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei? Quando malfeitores me sobrevêm para me destruir, meus opressores e inimigos, eles é que tropeçam e caem. Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu coração; e se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança." - Sl 27.1-3

"Uma cousa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo. Pois, no dia da adversidade, ele me ocultará no seu pavilhão; no recôndito do seu tabernáculo, me acolherá; elevar-me-á sobre uma rocha. Agora, será exaltada a minha cabeça acima dos inimigos que me cercam. No seu tabernáculo, oferecerei sacrifício de júbilo; cantarei e salmodiarei ao Senhor." - Sl 27.4-6

"Vendo JESUS as multidões, subiu ao monte, e, como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e ele passou a ensiná-los, dizendo:
 
Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a DEUS.
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. 

Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.
" Mateus 5:1-12.

"O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipontente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo. Não te assustarás do terror no turno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia. Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada. Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegará à tua tenda. Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Pisarás o leão e a áspide, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente. Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome. Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei. Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação." - Sl 91

A COMPLETA SUFICIÊNCIA DE CRISTO

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“Ele vos deu vida,
Estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,
Nos quais andastes outrora,
Segundo o curso deste mundo,
Segundo o príncipe da potestade do ar,
Do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;
Entre os quais também todos nós andamos outrora,
Segundo as inclinações da nossa carne,
Fazendo a vontade da carne e dos pensamentos;
E éramos, por natureza, filhos da ira,
Como também os demais.

Mas Deus, sendo rico em misericórdia,
Por causa do grande amor com que nos amou,
E estando nós mortos em nossos delitos,
Nos deu vida juntamente com Cristo,
— pela graça sois salvos,
E, juntamente com ele, nos ressuscitou,
E nos fez assentar nos lugares celestiais
Em Cristo Jesus;
Para mostrar, nos séculos vindouros,
A suprema riqueza da sua graça,
Em bondade para conosco, em Cristo Jesus.” – Efésios 2:1-7

A segunda metade da passagem acima, de Efésios 2, é tão brilhante e cheia de esperança na mesma medida em que a primeira parte é escura e plena de desespero. A diferença surge em duas palavras: "Mas Deus", que introduzem a grande obra de Deus em Cristo para nos salvar de nossa morte e condenação e nos dar, ao invés disso, vida e glória.

Jesus faz toda a diferença. É difícil imaginar qualquer cristão discordar dessa afirmação. "Conheça Jesus, conheça a paz. Sem Jesus, Sem paz”. Nossa teologia de adesivos de pára-choques nos ensina isto, pelo menos. No entanto, nós realmente acreditamos, porventura, que Jesus e Jesus por si só seja suficiente para nos salvar plena e integralmente dos nossos pecados, ou ainda nos agarramos o desejo muito natural do ser humano de contribuir de alguma forma para a nossa própria salvação? Para começarmos a examinar os nossos corações e responder a esta questão honestamente, vamos dar uma olhada no que exatamente a Bíblia diz sobre o que Jesus realizou por nós na Sua vida, morte e ressurreição:

1. Perdão. Este parece ser um ponto de partida natural, já que quase todos os cristãos sabem de uma coisa com certeza: "Jesus morreu pelos meus pecados”. Na Última Ceia, Jesus disse, "Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós". Entanto, não devemos negligenciar a profunda dádiva vertida por Jesus no derramamento do Seu sangue para o nosso perdão. O pecado é a essência do nosso problema. É por causa do pecado que estamos condenados diante de Deus, e é o perdão desse pecado que é a essência da nossa redenção: "No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados" (Ef. 1:7).

2. Redenção. O perdão dos pecados é a essência da nossa redenção, embora a redenção seja mais do que perdão. Ser redimido é ser "resgatado" ou "reivindicado por Deus”. É o que acontece com um escravo que é liberto, ou um prisioneiro de guerra que retorna ao seu próprio país. O pecado nos escravizou e Satanás nos capturou em seu reino das trevas, mas Jesus nos redimiu de volta a Deus. "Não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados... mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo" (1 Pe 1:18-19). “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados". (Cl 1:13-14).

3. Justiça. Nós não só precisamos ser perdoados de nossos pecados a fim de nos tornarmos aceitáveis a Deus, mas também precisamos de uma justiça real e positiva, um perfeito cumprimento da Lei de Deus. Os aspectos negativos, ou deméritos, devem ser removidos dos nossos registros, e também devemos de ter aspectos positivos perfeitos, ou méritos suficientes. morte de Cristo realiza o nosso perdão, e Sua vida sem pecado conquistou uma perfeita justiça para nós. 1 Coríntios 1:30 diz que Cristo "se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção". Isto é o que a Bíblia quer dizer quando fala sobre "a justiça da fé", ou "a justiça que vem mediante a fé", ou "justiça através da fé em Cristo”. Essencialmente, a Bíblia nos apresenta duas maneiras de obter justiça: as obras da lei e a fé em Cristo. Pelas obras da lei, busca-se ganhar ou estabelecer nossa própria justiça. Pela fé em Cristo, desistimos de qualquer tentativa de ganhar a nossa própria justiça e descansamos na justiça de Cristo: "Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas; justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos [e sobre todos] os que crêem; porque não há distinção". (Rm 3:21-22).

4. Paz com Deus. Aprendemos há pouco que o nosso pecado nos traz inimizade com Deus – ele nos faz inimigos de Deus. A boa notícia é que Cristo nos traz a paz com Deus, tornando-se Ele mesmo a nossa paz. "Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;" (Rm 5:1). Jesus se tornou a nossa paz assumindo a maldição do pacto sobre si mesmo. Nosso pecado nos colocou debaixo de todas as maldições da lei da aliança ou do pacto de Deus, e colocar-nos, portanto, fora do pacto e em um estado de inimizade com Deus. "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido". (Gl 3:13-14).

5. O Dom do Espírito Santo. Esse versículo nos leva de forma apropriada ao nosso próximo ponto, em que a obra de Jesus também garantiu ao povo de Deus a dádiva do Espírito Santo. Ao conquistar uma perfeita justiça para nós (umajustiça substituta) e tendo pago por nossos pecados tomando sobre Si a maldição da lei (um sacrifício substituto), Cristo obteve (para nós) a promessa de Deus, isto é, a presença permanente do Espírito Santo. Esta promessa foi derramada sobre a igreja primitiva no Pentecostes, e é o direito de nascimento espiritual de cada crente, o nosso selo da redenção eterna. "Tendo Nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança". (Ef 1:13-14).

6. Regeneração (Nascendo de Novo). Intimamente relacionado com o dom do Espírito Santo está o dom da regeneração, ou o de "nascer de novo”. Quando Jesus fala em "nascer de novo" na famosa passagem de João 3, Ele se refere a isto como "nascer do Espírito”. Em Tito 3 lemos: "Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador" (Tito 3:4-6). Curiosamente, muitos cristãos falam sobre "nascer de novo através da fé em Jesus" como se a regeneração fosse algo que Deus realizasse em nós como resposta à nossa fé em Cristo. A Bíblia não usa essa linguagem em absoluto. Ela fala sobre ser "justificado pela fé" em Cristo, mas em nenhum lugar se fala sobre "nascer de novo pela fé". Somos "nascidos do Espírito" e "nascidos de novo... pela palavra de Deus", mas não "nascidos de novo através da fé”. Em uma oportunidade futura, quando examinamos o processo de salvação com mais detalhes, vamos ver porque esta é uma distinção importante.

7. Tesouros Eternos / Nossa Eterna Herança (Glorificação). Finalmente, Cristo garantiu para nós uma herança eterna no céu, um tesouro que não desaparecerá e que os ladrões não podem roubar e que as traças não podem destruir. 1 Pedro 1:3-4 fala dela como nossa "herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus", que temos "mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos".

Então, Com que contribuímos?

A maioria dos cristãos provavelmente diria "com nada" quando questionados sobre a salvação. No entanto, quando são pressionados um pouco mais, eles revelam sua crença de que, de fato, contribuem de alguma forma, ou seja, com a fé. Podemos ser tentados a encarar a fé como a única coisa que podemos dar a Deus em troca do que Ele nos dá - a salvação em Cristo. Nada poderia estar mais longe da verdade.

Longe de ser uma dádiva nossa para Deus, a Bíblia diz que, em vez de disto, a fé é uma dádiva de Deus para nós: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." (Ef 2:8-9).  Algumas pessoas têm contestado o significado exato dessa passagem. Eles questionam se "é dom de Deus" refere-se diretamente à fé ou, de forma mais geral, à nossa salvação. Creio que se refere diretamente à fé, mas mesmo que se referira mais genericamente à nossa salvação, certamente a fé através da qual nós somos salvos está incluída no pacote.

Este não é o único lugar onde a fé é tratada como um dom que Deus nos dá. Os discípulos clamaram a Jesus: "Aumenta-nos a fé!" (Lc 17:5). Paulo diz que "segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um" é que devemos exercer nossos dons espirituais na proporção desta fé (Rm 12:3-8. Em outras palavras, Deus nem mesmo tem dado a todos os cristãos a mesma quantidade de fé.

Assim, a fé é um dom que Deus nos dá e que nos habilita a crer em Cristo e sermos salvos. Não é algo que damos a Deus ou algo que tenhamos em nós ou de nós mesmos. Se pensarmos sobre isso, isso faz sentido à luz do que já foi examinado no âmbito do item “depravação total". Se a Bíblia é precisa em sua descrição da nossa condição pecaminosa, seria impossível que algo tão precioso e belo como a fé salvadora surgisse do nossos próprios corações pecaminosos. A única maneira de podermos crer é se Deus nos der a capacidade para isto.

Então, com que podemos contribuir? Apenas com o nosso pecado. Apenas com a nossa carência. Todas as demais coisas vêm de Jesus pela bondade de Deus.


“Porque Dele, e por meio Dele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” – Romanos 11:36


Jason A. Van Bemmel

CONVITE À VERDADE - ISRAEL BELO

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Fui comprar um simples filtro de água. Perguntei pela instalação. O vendedor, então, me aconselhou:

-- Você liga na central e diz que tem criança pequena em casa, que eles vão lhe dar prioridade.

O atendente estava diante de mim e era visível que não tenho filhos pequenos. Mas isto não tinha para ele a mínima importância. No mesmo dia, precisei de um acessório para telefone. Um lojista marcou para o dia seguinte a entrega do produto, que iria buscar no seu fornecedor. Durante o dia todo, não atendeu ao telefone. Quando fui ao seu encontro, ele disse que não tinha como trocar a bateria porque isto demandaria umas duas horas. Na verdade, ele não tinha o acessório para fazer o serviço (que demora 15 minutos) e inventou a desculpa. No espaço de uma semana, eu poderia encher uma página de mentiras que me foram fornecidas. Passo os olhos pela primeira página de um jornal. A maioria das notícias tem a ver com ações que precisaram ser envoltas em mentira.

Assisto a um capítulo de uma telenovela noturna e todos os relacionamentos são embrulhados em mentira. Se o recurso desaparece, as personagem não se sustentam. A história acaba. A telenovela acaba.

A moral é a seguinte: para conseguir o que pretende (ou acha que vai conseguir), minta. Mentir é uma espécie de legitima defesa. Não. Precisamos de um pacto pela verdade. Precisamos falar sempre a verdade, mesmo que percamos. (Ou achemos que vamos perder.) Nunca perderemos se falarmos a verdade, temperando-a com amor. Aliás, quem ama não mente, porque não tem medo do outro, não deseja enganar o outro, não pretende levar vantagem sobre o outro.

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TORNE-SE UM DISCIPULADOR - RALPH NEIGHBOUR

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Que é Discipular?

1. É manter um relacionamento onde há transferência de valores.

2. É Transferir:ATITUDES, HABILIDADES, OBJETIVOS.

3. Discipular é o exercício de fortalecer os seguidores de Cristo.

O Discipulado é o trabalho conjunto de 3 pessoas:

1. Cristo, O Edificador: “E Eu edificarei a minha igreja”...“Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome estarei no meio deles”

2. O Discípulo: O Discípulo é alguém que deseja ser um imitador de Cristo.

3. Discipulador: é alguém que se compromete a cuidar, ensinar, fortalecer uma pessoa, até que Cristo seja formado nela.

Marcas do Discipulador Aprovado:

ESTILO DE VIDA EXEMPLAR
VIDA DE ORAÇÃO
DISPONIBILIDADE
MANEJO DA BÍBLIA
CHEIOS DE FÉ
CHEIOS DE BONDADE
CONFIÁVEIS
CORAÇÃO DE SERVO

Jesus: O Mestre dos Discipuladores:

1. Jesus ensinava por meio de exemplo Pessoal.
2. Os discípulos aprendiam com experiências em comum.
3. Jesus sempre providenciava um momento de ensino.
4. Os discípulos aprendiam uns com os outros

As 4 Fases do Discipulado

1ª Fase: a familiarização entre Discipulador e Discípulo.
2ª Fase: os conflito de valores, prioridades e práticas.
3ª Fase: a comunhão no amor de Cristo.
4ª Fase: o trabalho em conjunto entre Discipulador e Discípulo para alcançar outros para Cristo.

PROCESSO DE APRENDIZAGEM

Nós Guardamos:

10% DO QUE LEMOS
20% DO QUE OUVIMOS
30% DO QUE VEMOS
50% DO QUE VEMOS E OUVIMOS
70% DO QUE DISCUTIMOS
80% DO QUE EXPERIMENTAMOS
95% DO QUE ENSINAMOS
Seis Verbos conjugados pelo Discipulador

1. Ouvir
2. Interceder
3. Ensinar
4. Formar
5. Marcar o passo
6. Integrar

4 ERROS A SEREM EVITADOS

ERRO 1: Ignorar o que está sendo dito
ERRO 2: Pensar na resposta enquanto ouve.
ERRO 3: Dar a impressão de estar ouvindo, mas desligar-se da conversa.
ERRO 4: Filtrar somente o que interessa ouvir.

OUVIR

Três Maneiras eficazes de Ouvir

Escuta Intencional Ativa

1. necessidades
2. medos
3. alegrias
4. convicções

Escuta com Aceitação

- perceba os detalhes importantes
- observe emoções nas palavras
- não julgue ou condene enquanto ouve

POSTURAS DE ESCUTA

Ouvir com o Corpo todo
55% da expressão de sua escuta vem da postura do corpo.
38% vem da expressão vocal.
7% vem das palavras que você usa.

INTERCEDER

1. Interceder é estar entre Deus e seu Discípulo .
2. Interceder é representar o Discípulo perante Deus.
3. Interceder é representar Deus perante o seu Discípulo.

ENSINAR

1. Ensinar não é somente informar.
2. Ensinar é transformar valores.
3. Ensinar é modificar as prioridades.
4. Ensinar é determinar uma nova prática na vida do Discípulo.

FORMAR

1. Dar forma ao Discípulo através da sua própria vida.
2. Formar é fazer primeiro, obedecer primeiro, é servir primeiro.
3. Ser o exemplo não significar ser perfeito, mas disposição intensa de seguir a Cristo.

MARCAR O PASSO

1. Discipulado não é uma prova de velocidade...mas de resistência.
2. Marcar o passo das lições
3. Marcar o passo da oração
4. Marcar o passo do testemunho

INTEGRAR

1. Seu trabalho é ampliar o oikos do seu Discípulo.
2. É desaconselhável ter um relacio-namento exclusivo com seu Discípulo.
3. A diversidade de relacionamentos enriquece a vida de seu Discípulo.
4. É importante conhecer o oikos do Discípulo para evitar eventuais hostilidades.
5. Faça uma visita para o oikos do seu Discípulo - construa algumas pontes.
6. Descubra as Pessoas-Chave na vida do Discípulo e suas influências.

Discipulador e a Edificação

1. Identifique as emoções expressas pelo seu Discípulo.
2. Identifique a necessidade sentida e a necessidade real do Discípulo.
3. Confronte em amor o comportamento ou prática contrária ao Evangelho.
4. Na solução de um problema, procure a opção que dará maior glória a Deus.
5. Ofereça informações que ajude o seu discípulo a tomar a melhor decisão.
6. Encoraje seu Discípulo a mudar seus paradigmas.
7. Torne logo de início seu Discípulo um auxiliar de edificação.

Planejando o Encontro Discipulador-Discípulo

1. Comece fazendo oração pelo discípulo e pelo encontro.
2. Escreva o que Deus lhe falou no ‘quarto de escuta’.
3. Estude cuidadosamente a lição e evite a impressão de que não se preparou.
4. Anote detalhes do encontro.

Os Dez Mandamentos de Discipulador

1º Ouça!
É preciso ouvir ao Espírito Santo
É preciso ouvir o Discípulo.
Faça perguntas até que entenda o problema.
Observe a ‘dança das emoções’.

2o Prefira o Esclarecimento ao Conselho.
O esclarecimento ajuda o Discípulo a tomar ele mesmo a decisão.
O conselho impõe a decisão.
O esclarecimento encoraja - o conselho diz: - Você não pode decidir sozinho!

3º Não resolva os problemas do seu Discípulo
É um risco assumir responsabilidades pelos problemas do Discípulo.
Isso o fará transferir para o Discipulador toda a carga do problema.
A melhor ajuda será sua oração, seu tempo, sabedoria e amor.

4º Não faça crítica ou juízo antes que os novos valores tenham sido adotados.
É necessário criar um ambiente de segurança para o Discípulo.
Somente a tristeza de Deus produz verdadeiro arrependimento.

5º Mostre ao seu Discípulo a importância de descobrir e experimentar a vontade de Deus.
Entre a situação atual e a situação ideal é necessário obedecer a vontade de Deus.

6º Evite salvar o Discípulo de sua própria estupidez.
Vitimas legítimas devem ser alvo do amor, compaixão e apoio.
A insensatez acarreta consequências
É preciso saber quando se deve resolver o problema, e quando se deve apenas apoiar durante o problema.

7º Não Empreste dinheiro diretamente ao seu Discípulo
O empréstimo direto provoca a sensação de dívida para com o Discipulador
Se precisar fazê-lo, dê anonimamente ou acione a CÉLULA.

8º Seja paciente quando encontrar comportamentos negativos repetidos.
As vezes, o próprio Discípulo não conhece as causas de suas atitudes.
É preciso esperar até que Deus revele as raízes do problema.
Paciência é fonte de esperança para o seu Discípulo
Seja perseverante!

9º Identifique a Síndrome do ‘Disco Furado’
Há pessoas que contam sempre a mesma estória à célula, exaurindo o ânimo dos seus membros.
É preciso mostrar a situação em amor.
Confrontar em amor é melhor do que ignorar.

10º Seja criativo no uso de ferramentas para um discipulado eficaz.
Use livros, filmes, cassetes, livros, jornais, etc.
Eventos

EVANGELISMO PESSOAL

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Evangelizar é tarefa para todos os cristãos. Vimos também que evangelizar é compartilhar o Evangelho do Reino: a possibilidade do ser humano colocar-se debaixo do governo de Deus, através da vida, morte e ressurreição de Cristo. É bom lembrar que o objetivo do evangelismo é o DISCIPULADO. Ninguém melhor para nos ensinar sobre como evangelizar do que o próprio Senhor. Vamos estudar João 4 e aprender os princípios do evangelismo pessoal.


Aprendendo com Jesus os Princípios do Evangelismo Pessoal: Jesus nos deixou um maravilhoso exemplo de como evangelizar através do seu encontro com a mulher samaritana (João 4:1-29). 


1º) IR ATÉ ELES (vs. 3 a 7)

O método que muitos crentes utilizam (e também Igrejas) é o de esperar que os não crentes venham até nós. Observe que Jesus não esperou que aquela samaritana fosse procurá-lo em Jerusalém, ou mesmo em Cafarnaum, na Galiléia. O texto bíblico conta que Ele foi até Sicar, junto a um poço aberto pelo patriarca Jacó, e que ficou ali descansando (acredito que Ele esperasse pela mulher) por volta do meio dia - o horário mais quente e menos provável de alguém “normal” buscar água no poço.

Lembremos da Grande Comissão: “Ide” (Mt 28:19).

Em Romanos 10:17, o apóstolo Paulo afirma: “A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo”. Nos versos 14 e 15 ele raciocina logicamente: “Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados?”. É óbvio que o primeiro passo para levar um pecador a Jesus é ir até ele com a palavra!

Leia os seguintes textos e observe este passo no ministério de Jesus: Mt 9:23-26; Lc 5:30-31; 7:37-39; 11:37-39; 19:5-6.

2º) INTERESSAR-SE (vs. 6 a 9)
Aprendemos com Jesus que temos que nos interessar pelos outros se quisermos que eles se interessem pelo que temos a falar. A narrativa bíblica nos mostra o interesse de Jesus em auxiliar a samaritana.

O sentimento que nos leva ao interesse pela pessoa que não conhece o Evangelho é a compaixão. Na Parábola do Bom Samaritano, em Lucas 10:25-37, Jesus deixa claro aos seus discípulos que eles deveriam demonstrar compaixão para quem quer que precisasse de seu auxílio.

Os Evangelhos relatam em diversas passagens a compaixão do Senhor, necessária para nos dispormos a levar as boas novas a alguém:

a) Em Mt 9:27, dois cegos clamar a Jesus: “Tem compaixão de nós, Filho de Davi!”;

b) Em Mt 9:35 e 36: “E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando toda sorte de enfermidades. Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que não têm pastor.”

c) Em Mt 14:14: “E ele, ao desembarcar, viu uma grande multidão; e compadecendo-se dela, curou os seus enfermos” (quando da 1a. multiplicação dos pães).

d) Em Mt 15: 30-32, Jesus demonstra sua compaixão na 2a. multiplicação dos pães: “Jesus chamou os seus discípulos e disse: tenho compaixão da multidão...” (v. 32).

e) Em Mt 20:30-34, Jesus sentiu compaixão pelos cegos: “E Jesus, movido de compaixão, tocou-lhes os olhos, e imediatamente recuperaram a vista, e o seguiram.” (v. 34).

f) Em Lc 7:11-14, Jesus compadeceu-se da viúva de Naim: “logo que o Senhor a viu, encheu-se de compaixão por ela, e disse-lhe: não chores.” (v. 13).

3º) DESPERTAR A CURIOSIDADE (vs. 7 a 9)



Jesus fez um simples pedido à samaritana: dá-me de beber. Entretanto, este pedido causou uma reação na mulher: “como você, sendo um judeu, pede água para mim, samaritana?”. O fato de judeus e samaritanos serem inimigos provocou esta reação. Porém, Jesus era diferente e a mulher interessou-se em saber o por que. Se nós agirmos da mesma maneira que o mundo, não despertaremos a curiosidade de ninguém para o que temos a oferecer.

As diferenças que o mundo precisa enxergar em nós:

a) a nossa união, como Corpo de Cristo: Jo 17:21
b) as boas obras que glorifiquem a Deus: Mt 5:13-16
c) a vida irrepreensível de um legítimo filho de Deus: Fp 2:14 e 15
d) uma fé que subsista aos olhares mais atentos: II Reis 4:9, Dn 6:3 e 4

Uma boa técnica para despertar a curiosidade é a da PERGUNTA estratégica:

i) Se o seu coração parasse de bater agora, para onde iria sua alma?
ii) Se você morrese, sua alma chegasse à porta do céu e lá um anjo lhe perguntasse: “Por que deveria eu deixá-lo entrar no céu?”. O que você responderia?
iii) Você sabe quantas religiões existem no mundo? Já lhe informaram de que, na verdade, só existem duas?

4º) DAR A PALAVRA CERTA NO TEMPO OPORTUNO


Apesar do interesse e curiosidade demonstrados pela mulher samaritana, Jesus trabalhou com ela com calma. A mulher estava envolvida na atividade de retirar água do poço e Jesus levou-a a interessar-se pela água viva (v. 10). Jesus mostrou-lhe que conhecia fatos acerca da vida dela (vs. 16-18) e a samaritana pensou que ele fosse um profeta. A mulher queria saber onde deveria adorar a Deus: em Gerizim ou em Jerusalém (v. 20). Jesus ensinou-lhe que Deus procura quem o adore em espírito e em verdade (vs. 23 e 24). Foi neste ponto que a mulher lembrou-se da promessa do Messias e que Jesus revelou-se como o Salvador prometido (v. 25 e 26).

O segredo para apresentar a PALAVRA CERTA no tempo oportuno é o trabalho na dependência do ESPÍRITO SANTO. Já vimos no “módulo 1” acerca da obra que o Espírito Santo faz, nos capacitando com poder, autoridade e sabedoria para evangelizar (Atos 1:8, Mt 10:19 e 20).

Para cada tipo de pessoa há uma maneira melhor de apresentar o Evangelho:

a) a pescadores: “Eu vos farei pescadores de homens” (Mt 4:19).
b) a pessoas acostumadas à vida agrícola: o semeador (Mt 13:1), o joio e o trigo (Mt 13:24), os lavradores maus (Mt 21:33).
c) a apreciadores de esportes: I Co 9:24-27.
d) a conhecedores da vida pastoril: Jo 10:7ss
e) a familiarizados à rotina militar: Ef 6:10-17

5º) NÃO CONDENAR

Evangelizar não é se fazer juiz de alguém. O próprio Jesus não condenou a mulher samaritana - Ele falou do seu pecado, lembrando-lhe de seus cinco maridos. Ela mesma sentiu sua condenação. Em João 8:11, podemos observar a palavra que Jesus deu à mulher surpreendida em adultério: “Nem eu te condeno; vai-te e não peques mais”.

Condenar uma pessoa pelos seus maus feitos serve, muitas vezes, para fechar a porta de oportunidade para evangelizá-la. Lembremos que ser cristão é muito mais do que seguir regras como “não fumar” e “não beber”.

Lembre-se que quem convence a pessoa de seu pecado, da justiça de Deus e do juízo é o próprio Espírito Santo de Deus! (Jo 16:8).


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Autor: Paulo Rogério Petrizi - Adapatado por Robson Brito

NÃO SOIS DEUSES, HOMEM É QUE SOIS

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A partir do momento em que você tem um “eu”, surge a possibilidade de colocá-lo em primeiro lugar, de querer ser o centro – de querer, na verdade, ser Deus. Foi esse o pecado de Satanás; e esse também o pecado que ele ensinou à raça humana. 

Algumas pessoas pensam que a queda do homem está relacionada ao sexo, mas isso é um erro. (O livro de Gênesis na verdade sugere que a depravação da nossa natureza sexual foi resultado da queda, e não sua causa). 

O que Satanás colocou na cabeça dos nossos ancestrais mais remotos foi a ideia de que eles poderiam ser “como deuses” – que poderiam depender de si mesmos como se tivessem sido seus próprios criadores. “Sejam seus próprios mestres”, dizia ele, “Inventem o tipo de felicidade que vocês desejam para si mesmos, fora de Deus”. 

E foi dessa tentativa desesperada que surgiu praticamente tudo o que se relaciona ao que chamamos de história humana: dinheiro, pobreza, ambições, guerras, prostituição, classes, impérios, escravidão. A longa e terrível história do homem à procura de algo diferente de Deus para lhe trazer felicidade.

[C. S. Lewis, Mero Cristianismo. São Paulo: Martins Fontes, 2005]

GRITOS DE SOCORRO - REV. ELBEN CÉSAR

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Eugene Peterson, 80 anos, professor emérito de teologia da espiritualidade no Regente College, em Vancouver, Canadá, é autor de vários livros e de uma paráfrase contemporânea da Bíblia, intitulada “A Mensagem”, publicada no Brasil pela Editora Vida. Além de confessar que vive “o tempo todo no limiar da derrota”, Peterson é suficientemente honesto para acrescentar: “Coloco todos os dias o amor em risco. Não há nada em que eu seja pior do que em amar. Saio-me muito melhor na competição que no amor. Sou muito melhor em responder a meus instintos e ambições de ir na frente e deixar minha marca do que em entender como amar meu semelhante. Estou treinado e preparado em habilidades egoístas, em fazer coisas à minha maneira” (“Um Ano com Eugene Peterson”, p. 35).

Por causa desse risco e de muitos outros, que variam de pessoa para pessoa, não há quem não precise fazer orações diferentes daquelas que fazemos normalmente. Elas seriam como gritos de socorro, orações humildes, precisas e até mesmo radicais. Elas são necessárias em vista da natureza humana que nunca muda. Estamos sempre sujeitos a impulsos pecaminosos, que vêm, vão e voltam. Não se pode negar nem subestimar as “forças espirituais do mal que vivem nas alturas” (Ef 6.12). Vez por outra nos encontramos em uma circunstância sufocante. A soma dos acontecimentos nos leva ao chamado “dia mau” (Ef 6.13), quando a batalha entre a carne e o Espírito toma grandes proporções.

Todos temos capacidade positiva (quando ela nos conduz para o bem) e capacidade negativa (quando ela nos conduz para o mal). Somos capazes de realizar coisas incríveis de um lado ou de outro. Temos coragem tanto para entregar nosso corpo para ser queimado em benefício do nome de Jesus quanto para negar o nome dele em sua presença e no momento em que ele mais precisa de nós.

Uma pessoa pode assassinar o próprio irmão por causa de uma explosão de inveja, a exemplo de Caim (Gn 3.10). Pode matar toda a população masculina de uma cidade por causa de uma explosão de vingança, a exemplo de Simeão e Levi (Gn 34.25). Pode roubar uma bela capa babilônica, 200 barras de prata e uma barra de ouro por causa de uma explosão de ganância, a exemplo de Acã (Is 7.21).

A falta de domínio próprio na área da sexualidade levou os homens de Sodoma, “tanto os moços como os velhos”, a cercar a casa de Ló para ter relações sexuais com os anjos que ele hospedava (Gn 19.4-5). Levou Rubem a deitar-se com a mãe de Dã e Naftali, seus irmãos por parte de pai (Gn 35.22). Levou a mulher de Potifar a caluniar José, porque ele se negou a ir para a cama com ela (Gn 39.7-20). Levou Davi, o cantor de Israel, a deitar-se com Bate-Seba, esposa de Urias, um dos seus trinta valentes (2Sm 11.2-4). Levou Amnom a forçar e violentar Tamar, sua irmã por parte de pai (2Sm 13.10-14). Levou o cristão de Corinto a possuir a própria madrasta, o mesmo crime de Rubem (1Co 5.1). O apóstolo Pedro declara que os falsos mestres com os quais ele lidava agiam por instinto, como animais selvagens, e não podiam “ver uma mulher sem a desejarem” (2Pe 2.14).

De sã consciência, ninguém tem condições de dizer que pode dispensar as orações radicais de livramento. Principalmente aqueles que conseguiram, a duras penas, deixar o álcool, as drogas, a pornografia e a prostituição, quando tremendamente tentados a voltar à antiga dependência. Em meio a essa dura batalha, precisamos olhar para os montes e clamar: “De onde virá o meu socorro?” (Sl 121.1).

As orações radicais nunca serão feitas por pessoas presunçosas e autossuficientes, incapazes de admitir a sua fragilidade. Porém, quando reconhecem que não conseguem negar-se a si mesmas no “dia mau”, elas dobram os joelhos e fazem as tais orações: "Ó Deus, derrota-me! Destrona-me! Dobra-me! Esmaga-me! Submete-me! Vence-me! Amém e amém!"


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FONTE: ULTIMATO