DECIDIR É CORRER RISCOS

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A história de José do Egito é sempre muito atual.

Ele venceu várias tentações: a de ceder o seu corpo para o prazer de uma mulher a quem não amava; a de usar o poder para obter benefícios para si mesmo e não para servir; a de se achar um pobre coitado, diante dos pontapés que levou por anos a fio; a de se vingar daqueles que se propuseram a eliminá-lo.

Há outro triunfo e tem a ver com o risco que correu:

Por caminhos que desconhecemos, chegou a ser vizir (primeiro-ministro) de um Faraó.
José adorava, como seu bisavô Abraão, ao Deus único. O Faraó adorava a muitos deuses.
José tinha um código de conduta derivado das profundas experiências dele e de seu pai Jacó com o Deus único. O código do Faraó vinha de outras fontes, muito diferentes.
Eis que José tem a oportunidade de governar o Egito.


Uma coisa é o que achamos que devemos fazer. Outra pode ser o que faremos quando estivermos no vale da decisão. Talvez na condição dele, e diante de tantos riscos, preferíssemos ficar em casa, sem nos envolver.

Num exercício de imaginação, a partir das outras escolhas dele, podemos supor que José decidiu, depois de muito meditar, que poderia servir ao povo egípcio com a convicção que as convicções do Faraó não lhe seriam impostas, de modo que não teria que trair sua consciência fincada em Deus.

Assim, ele entendeu que Deus lhe deu a competência e lhe inspirou os valores que o tornavam capaz de fazer o que ele podia fazer.

Ao fazer isto, José reescreveu, sem o saber, a história da sua própria família, que se transformaria num povo, que levaria o nome do seu pai: Israel.

Quando fazemos o que é certo, nossas decisões ultrapassam nossos dias e alcançam gerações.
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COMPETINDO COM OS CAVALOS - EUGENE PETERSON

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A terrível ameaça contra a vida não é a morte, ou a dor, nem qualquer variedade de desastres contra os quais nós, tão obsessivamente, procuramos nos proteger com nossos sistemas sociais e estratagemas pessoais. A grande ameaça é morrermos antes de realmente morrer, antes que a morte se torne uma necessidade natural. O verdadeiro horror repousa exatamente sobre essa morte prematura, após a qual continuamos a viver por muitos anos.

Há uma passagem memorável com respeito à vida de Jeremias quando esmagado pela oposição e mergulhado na autopiedade, ele esteve a ponto de capitular entregando-se á morte prematura. Jeremias estava pronto a abandonar seu único chamado divino e resignado a ser apenas uma estatística de Jerusalém. Naquele momento crítico, o profeta ouviu esta admoestação:

"Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro que farás na floresta do Jordão?" ( Jr. 12.5).

A vida é difícil, Jeremias. Você irá desistir diante da primeira onda de oposição? Irá bater em retirada quando descobrir que há muito mais por que se viver do que três refeições diárias e um lugar seco para descansar, á noite? Procurará refugiar-se em casa no instante em que descobrir que multidões de pessoas estão mais interessadas em manter seus pés aquecidos do que viver sob risco para a glória de Deus?

Você irá manter uma vida cautelosa ou corajosa? Eu o chamei para viver o seu melhor, para perseguir a justiça, manter a direção rumo á excelência. É muito mais fácil, como bem sabe, ser neurótico. É muito mais simples viver como parasita. É menos complexo relaxar e deixar-se levar pelos braços da maioria. Mais fácil, porém não melhor, não mais significante, não mais recompensador. Eu o chamei para uma vida de propósito, muito além do que você pensa ser capaz de viver e prometi dar-lhe forças suficientes para você cumprir o seu destino.

Agora, ao primeiro sinal de dificuldades, você está disposto a desistir? Se você se sente fatigado por essa multidão comum de patéticas mediocridades, o que fará quando a verdadeira corrida começar, contra os velozes e determinados cavalos da excelência? O que você realmente deseja Jeremias? Quer arrastar-se, acompanhando a multidão ou almeja correr com os cavalos? (...) A vida de Jeremias foi a resposta: " Eu correrei com os cavalos".

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Extraído do livro "Corra Com os Cavalos".
Editora Textus/ Editora Ultimato.
Eugene H. Peterson pastoreia a Igreja Presbiteriana Christ Our King, em Bel Air, Maryland,

Deus trabalha no turno da noite

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O Senhor fez retirar o mar... toda aquela noite - Êxodo 14.21


Neste verso há uma mensagem confortadora que nos mostra que Deus age durante a noite. A grande obra de Deus para com Israel ali não foi feita quando eles acordaram, vendo então que podiam atravessar o mar a seco; mas foi o que Ele fez toda aquela noite.

Do mesmo modo, pode estar havendo uma grande operação em nossa vida, quando tudo parece escuro e nós não conseguimos ver nem perceber coisa alguma; Deus está operando. E como Ele agiu no dia seguinte, assim havia agido "toda aquela noite". O dia seguinte simplesmente manifestou o que Deus havia operado duran­te a noite. Muitas vezes nos encontramos em situações em que tudo parece noite. Confiamos, mas não vemos os resultados; no decorrer da vida não há vitória constante; não há aquela comunhão diária, constante; e tudo parece escuro.

"O Senhor fez retirar o mar... toda aquela noite." Não nos esqueçamos de que foi "toda aquela noite". Deus opera a noite toda, até vir a luz. Às vezes não vemos, mas durante toda a noite, enquanto esperamos em Deus, Ele trabalha. — C. H. P.

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Fonte: Mananciais no Deserto

A ADORAÇÃO COMUNITÁRIA SEGUNDO CALVINO

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O pensamento de João Calvino repousa sob a tese de que todo o verdadeiro conhecimento ou sabedoria está no conhecimento que o homem deve ter de Deus e de si mesmo; sendo que este último é dependente do primeiro. Esta ideia está presente em todo o pensamento calvinista. E na adoração pública não é diferente. Conseqüentemente, o seu pensamento básico quanto a adoração comunitária, bem como todos os seus pensamentos, é que esse deve levar ao conhecimento de Deus.

A aplicação deste fundamento na prática é o princípio da adoração de Calvino. O culto é lugar de conhecimento de Deus; então, o andamento do mesmo, deve gerar este conhecimento. Para isso, seus princípios são extraídos da Escritura. Este fato é comprovado pela seguinte declaração:

Ainda que cite muitos textos do Novo Testamento, da Lei, e dos Profetas, no quais se faz expressa e evidente menção a Cristo, sem dificuldade todos eles não pretendem outra coisa senão provar que Deus, o Criador do mundo, nos é manifesto na Escritura, e que o que devemos saber dele, para que não andemos dando voltas perdidos buscando outro deus desconhecido.
Dessa declaração subtende-se que o culto, e qualquer outra prática cristã, só pode transmitir conhecimento de Deus se for apoiado nas Escrituras, caso contrário, seria devagar sem alcançar o conhecimento devido. Portanto, é natural a centralidade das Escrituras no culto – como será estudado adiante – e também na elaboração dos princípios de culto.
Em sua exposição de Romanos, sobre o capítulo 12, verso 1, Calvino traz outro princípio regulador da adoração comunitária, dizendo:
E se Deus só é corretamente adorado pelo prisma de seus mandamentos, então de nada nos valerão todas as demais formas de culto que porventura engendramos, as quais ele com toda razão abomina, visto que põe a obediência acima de qualquer sacrifício. O ser humano deleita-se com suas próprias invenções e (como diz o apóstolo alhures) com suas vãs exibições de sabedoria; mas aprendemos o que o juiz celestial declara em oposição a tudo isso, quando nos fala por boca do apóstolo. Ao denominar o culto que Deus ordena de racional, ele repudia tudo quanto contrarie as normas de sua Palavra, como sendo mero esforço insensato, insípido e inconsequente.
Deus não quer que os homens lhe ofereçam qualquer coisa. Tão pouco quer que os homens decidam o que lhe dar. Esse reformador entendia que o próprio Deus é quem dita o que deve lhe ser entregue em culto, tanto no aspecto da vida inteira do cristão ser um culto, como na adoração comunitária, visto que o texto de romanos 12 abrange ambos os aspectos. Além disto, fica claro o fato de que Calvino via as normas que Deus requer descritas na Bíblia. Em outro lugar ele escreveu, sendo mais incisivo:

…aqui somos informados de que são falsas e espúrias todas as formas de culto que os homens permitem a si mesmos inventar, movidos por sua ingenuidade, mas que são contrárias ao mandamento de Deus. Quando Deus estabelece que tudo deve ser feito em consonância com sua norma, não nos é permitido fazer qualquer coisa diferente. Estas duas cláusulas significam a mesma coisa: olha que façais tudo segundo o modelo; e: Vê que não faças nada além do modelo. E assim, ao enfatizar a norma que estabelecera, Deus nos proíbe afastar-nos dela, mesmo que seja um mínimo. Por essa razão, todas as formas de culto produzidas pelos homens caem por terra, bem como aquelas coisas a que chamam sacramentos, e, contudo, não têm origem em Deus.
O que fica muito claro nestes princípios é que Calvino tinha uma ideia teocêntrica de culto. Em todos os aspectos, o culto parte de Deus, e é voltado para Deus. Mesmo na instrução da igreja vê-se um aspecto teocêntrico, pois a importância da pregação da Palavra está no fato de que é Deus quem fala, e que o povo de Deus aprende sua vontade e a como servi-lo. Ele viu que não são as pompas e ritos do homem que agradam a Deus, mas a obediência ao que ele coloca como forma de adoração.

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Fonte: Portal IPB

O MAIOR MANDAMENTO

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"Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.” (Deuteronômio 6:4-5)

Nosso Senhor disse isso aos fariseus quando lhe perguntaram qual era o maior mandamento da Lei. Essa passagem faz parte do Shemá, porção do Torá conhecida por todos os judeus piedosos. A primeira parte é usada pelos teólogos para enfatizar o monoteísmo, porém a segunda parte é essencial também. O versículo não é somente uma chamada para se acreditar em uma doutrina correta; é uma convocação à uma aliança exclusiva com Deus. E não é direcionada a um indivíduo somente, mas à comunidade baseada na fé. Não está escrito o ‘meu Deus’, mas o ‘nosso Deus’.

De todo o teu coração. O “coração” no hebraico é a parte do ser que decide, estabelece prioridades, faz planos. Portanto, amar a Deus de todo coração não é algo emocional, sentimentalista, mas é dar a Deus a prioridade máxima, tomar cada decisão no contexto de Sua verdade, fazer planos com o objetivo de cumprir Sua vontade.

De toda a tua alma. Para os hebreus, a “alma” é de fato a própria vida de uma pessoa. Tudo em sua vida está baseado em seu amor por Deus? Tudo o que fica no caminho desse amor é descartado? Amar a Deus não é uma emoção, mas uma escolha. E escolher Deus sempre significa renunciar outra opção – o conforto, a vontade própria, a independência, etc.

De todas as tuas forças. O sentido aqui é “amar com grande empenho”. Amor pelas metades não é aceito por Deus. Não é algo que se faz quando se sente vontade de fazer, mas um alvo que se cultiva para toda a vida.

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Extraído do devocional
BOA SEMENTE- pedidos@boasemente.com.br

COM CRISTO NA BATALHA DA ORAÇÃO - 1 (H. BLACKABY)

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Dr. Henry Blackaby

Em Mateus 26.36-46, lemos a respeito daquele momento tão dramático no Getsêmani quando o Senhor Jesus engajou-se em uma das maiores batalhas de sua vida. Ele convidou os seus discípulos para irem com ele ao Getsêmani e, depois, escolheu três deles para o acompanharem mais adiante, onde iria orar. Chegando lá, pediu-lhes simplesmente: “Vigiai e orai”. Procure ouvir o coração do nosso Senhor neste texto:

Foi Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar; e, levando consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se (vv.36-37).

Com Jesus no Jardim da Oração

Você já esteve em oração com Jesus naquela intensidade? Já chegou a algum momento em que sabia o que estava no coração de Deus, sabia o que ele estava enfrentando – não somente a dor, mas as questões eternas que estavam em jogo, sentindo que a sua oração faria uma diferença eterna? Se já esteve nesse lugar, sabe o que é experimentar profunda tristeza e grande sofrimento na oração. Posso afirmar que jamais haverá verdadeira mudança no seu país ou na sua cidade até que alguns daqueles que são íntimos de Jesus aceitem ir junto com ele mais adiante e experimentar esse tipo de oração.

“Então, lhes disse: A minha alma está profundamente triste até à morte; ficai aqui e vigiai comigo” (v.38). Quem suporta o peso do mundo, você ou o Senhor Jesus? O Senhor Jesus. Você nunca entenderá a oração com a dimensão necessária para mudar uma nação a não ser que entre num relacionamento de oração com Jesus e permita que ele ore através de você. Há um momento em que você começa a orar e é como se estivesse apenas observando enquanto ele carrega o peso do mundo através de você.

“Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando...” (v.39). Muitas pessoas querem louvar mas não querem se prostrar rosto em terra em oração. Há uma hora em que é importante que você pare de louvar e comece a orar um pouco, especialmente quando o povo de Deus se reúne. O louvor nunca pode ser um substituto para a oração nem para o arrependimento! 

Continua...

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Fonte: Arauto Ano 25 nº 5 - Setembro/Outubro 2007





COM CRISTO NA BATALHA DA ORAÇÃO - 2 (H. BLACKABY)

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Dr. Henry Blackaby
A Primeira Palavra do Evangelho

Se o povo de Deus não se arrepende, não haverá avivamento. Contudo, ninguém está ensinando o povo a se arrepender. Eu diria que 85 a 90 por cento de todas as instruções sobre arrependimento na Bíblia são dirigidas ao povo de Deus, não aos perdidos. Entretanto, o povo de Deus vai à igreja, domingo após domingo, e nunca toma conhecimento de que a orientação de Deus é que se arrependam.

Arrependimento é pré-requisito para se experimentar a plenitude de Deus. Qual foi a mensagem que Jesus entregou ao povo de Deus, quando apareceu em cena? “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” [bem próximo de você] (Mt 4.17). Toda a presença, e o poder, e a plenitude de Deus estão bem próximos de você, esperando serem apropriados e recebidos – desde que haja arrependimento.

Arrependimento significa que você vê que está na direção errada e dá meia volta para ir na direção de Deus. Muitos de nós acreditamos que, por estarmos num culto de louvor e adoração, estamos na direção certa. Durante a maior parte da história bíblica, o povo de Deus estava andando na direção errada – mesmo enquanto cultuava ou adorava ao Senhor. No fim, por não reconhecer a sua necessidade nem se arrepender, Israel foi julgado por Deus; os muros de Jerusalém foram derrubados, e o povo de Deus foi levado cativo e escravizado por setenta anos.

É por isso que a primeira palavra que o Filho de Deus proclamou para o seu povo foi “Arrependei-vos”; a plena presença, e o poder, e o reino de Deus estavam dependendo disso para serem recebidos. Será que podemos dizer que esta seria a mesma mensagem que Deus daria hoje para mim e para você? Se não estamos experimentando a medida completa da presença, do poder e da atividade de Deus, não é porque ele não está presente para isso, mas por não preenchermos as condições para experimentá-lo através do arrependimento.

continua...

COM CRISTO NA BATALHA DA ORAÇÃO - 3 (H. BLACKABY)

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Dr. Henry Blackaby
A Mais Sagrada Hora

Jesus convidou os seus discípulos a o acompanharem nesse momento tão sagrado, quando o propósito eterno de Deus estava na balança. Em algumas ocasiões (não sabemos por quê), ele levava apenas três dos discípulos para experimentarem algo mais íntimo. Quando subiu ao monte da Transfiguração, a Escritura diz que Jesus se encontrou com Moisés e Elias (na presença do Pai) e que “...falavam da sua partida, que ele estava para cumprir em Jerusalém” (Lc 9.30-31). O Filho estava a ponto de livrar um mundo inteiro através da sua morte em Jerusalém, e, portanto, era sobre esse momento tão crucial no plano de Deus que conversaram no monte. Jesus queria que Pedro, Tiago e João estivessem juntos ali, a fim de que pudessem experimentar algo da intensidade da hora e do significado da oração; que entendessem como os céus e a Terra podem ficar profundamente interligados, como a história pode ser marcada quando um filho de Deus ora.

Uma das mais sagradas horas nos propósitos de Deus é quando há um clamor, gerado por ele mesmo, em favor de uma cidade, igreja ou país. Ah, que Deus viesse para os seus, que os seus pudessem reconhecê-lo, entender o que ele pretende fazer e oferecer-lhe suas vidas com tal realidade e de tal modo que se tornassem, de repente, o povo através de quem Deus pudesse cumprir sua vontade! Um grande e impetuoso avivamento chegaria, trazendo o poder de Deus para uma cidade e, além daquela cidade, para o estado e toda a nação. Deus pode fazer isso.


continua...